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Agosto Lilás: há dores que ninguém vê, mas toda violência precisa ser reconhecida

Agosto Lilás: há dores que ninguém vê, mas toda violência precisa ser reconhecida

Violência psicológica pode se esconder em comportamentos de controle, humilhação e ameaça; reconhecer os sinais é fundamental para acolher e romper ciclos de abusoColuna de Marcia Bortolanza  Escritora e PsicólogaAgosto termina. O lilás deixa as campanhas, as fachadas e as publicações. Mas, para muitas mulheres, a violência não termina quando o calendário muda.Ela continua dentro de casa, nas relações e, muitas vezes, escondida atrás de uma aparência de normalidade.Quando pensamos em violência contra a mulher, ainda é comum imaginarmos hematomas, agressões físicas e marcas visíveis. Mas algumas das feridas mais profundas não aparecem no corpo.Há mulheres que nunca receberam um…
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Maio Laranja e a urgência de enxergar o que o silêncio esconde

Maio Laranja e a urgência de enxergar o que o silêncio esconde

Psicóloga e escritora Marcia Bortolanza alerta para os impactos emocionais da violência infantil e destaca a importância da escuta, do acolhimento e da proteção permanente às criançasColuna de Marcia BortolanzaExistem dores que não sabem pedir ajuda.A dor de uma criança, muitas vezes, é silenciosa.O Maio Laranja surge como um movimento de conscientização sobre o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, mas também como um alerta para algo que precisa ser discutido durante o ano inteiro: a necessidade de construirmos uma infância verdadeiramente protegida.Nem toda violência deixa marcas visíveis. Algumas se escondem atrás de mudanças de…
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Mãe: entre o amor que acolhe e as marcas que permanecem

Mãe: entre o amor que acolhe e as marcas que permanecem

Texto da escritora e psicóloga Marcia Bortolanza reflete sobre os vínculos maternos, as heranças emocionais e a construção afetiva ao longo da vida.Falar de mãe é entrar em um espaço sagrado da experiência humana. Um lugar onde nascem vínculos, mas também onde, muitas vezes, se instalam silêncios difíceis de nomear. Porque mãe não é apenas quem cuida é quem, de alguma forma, inaugura em nós a forma de sentir o mundo.É no olhar materno que aprendemos, ainda sem palavras, se somos vistos, amados e aceitos. É no colo ou na ausência dele que o corpo registra as primeiras impressões de…
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