Ministério liderado por Boulos adotou medidas para impedir exploração política da greve dos caminhoneiros, que foi encerrada
As especulações sobre uma possível greve dos caminhoneiros, incitada por influenciadores e pelo ecossistema midiático bolsonarista no início da semana, envolveu uma verdadeira operação de guerra na Secretaria-Geral da Presidência, ministério comandando por Guilherme Boulos, que impediu o uso eleitoreiro da categoria e aproximou o governo dos profissionais autônomos, que já foram usados como massa de manobra eleitoreira por Jair Bolsonaro em 2018 e em 2022. ENTENDA: Greve dos caminhoneiros 2026: o que está acontecendo, por que o diesel subiu e quem impulsiona a pauta Levantamento divulgado pela Fórum na quarta-feira (18) revelou que aliados a Flávio Bolsonaro, como o…
